Após quatro anos, promotora vai requisitar mais diligências à Polícia Civil sobre Caso Rebeca

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    Com o objetivo de fortalecer os indícios de provas relacionadas aos investigados no ‘Caso Rebeca’, a promotora de Justiça do 1º Tribunal do Júri da Capital, Artemise Leal Silva, vai requisitar junto à Polícia Civil a realização de mais algumas diligências investigatórias. “Nossa intenção é fortalecer os indícios de autoria em relação aos investigados no caso”, justifica a promotora de Justiça.

    A promotora ressalta que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) vem trabalhando lado a lado com a Polícia Civil para esclarecer o caso que envolve a morte da estudante Rebeca. “É um caso complicado. Bastante difícil, mas estamos trabalhando em parceria com a Polícia Civil e, em breve, teremos informações mais contundentes e coesas em relação ao caso e aos citados nas investigações”.

    De acordo com a promotora, foi a necessidade de se fazer mais diligências que a motivaram a dar o parecer contrário ao pedido de prisão preventiva de um indiciado no caso. “O Ministério Público está acompanhando o trabalho da Polícia Civil de perto, e entende que necessário se faz a realização de mais diligências, requeridas por mim”, repetiu a promotora Artemise Silva.

    A estudante Rebeca Cristina, de 15 anos, foi encontrada morta com vários tiros na cabeça na tarde do dia 11 de julho de 2011, na Praia de Jacarapé, em João Pessoa. A estudante teria saído de casa às 7h para assistir aula no Colégio da Polícia Militar, como fazia todas as manhãs, quando foi raptada. Por volta das 12h30, a mãe sentiu falta da menina, pois ela não havia retornado da aula para casa, no Bairro de Mangabeira, Zona Sul da capital paraibana.

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