Após ‘pressão’ dos governadores, Executiva Nacional do PSB desiste de fazer oposição a Dilma

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    A Executiva Nacional do PSB vai manter a postura de independência em relação ao governo Dilma Rousseff (PT) e não declarar apoio a um processo de impeachment contra a presidente neste momento. A decisão, que prevaleceu em reunião realizada em Brasília, contraria expectativa da direção partidária, que – após consultas a parlamentares, militantes, governadores e prefeitos – convocou a Executiva esperando que a legenda fosse se declarar como oposição.

    Embora o PSB mantenha postura crítica em relação à política econômica e ao projeto político do PT, a decisão é uma vitória de Dilma Rousseff, que buscou reaproximação com o PSB por intermédio dos governadores do partido, Rodrigo Rollemberg (DF), Paulo Câmara (PE) e Ricardo Coutinho (PB). O partido tem 34 deputados federais e sete senadores. A postura de independência, tomada após a morte de Eduardo Campos, em 2014, mantém a possibilidade de a presidente contar com o apoio de setores da legenda em votações do Congresso.

    “O clima é de independência propositiva. Prevaleceu o bom senso. O que a população espera de nós é posição equilibrada, de independência, que permita olhar com serenidade e ajudar a melhorar a situação econômica. Ao mesmo tempo, tem críticas à política econômica, mas o Brasil precisa encontrar uma saída para o país voltar a crescer. Estamos vivendo um impasse que está levando o país a derreter. Na posição de independência, o partido tem mais condições de ser interlocutor com as forças políticas no sentido de construirmos uma alternativa”, disse Rollemberg.

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